a vida anda valendo aqui em Jundiayork. isso é um recado pra leonardinho se não der as caras ou a palavra. esse poema homenageia o quarto do cellso o ponto zero do universo. certeza que a terra gira no eixo do furo de brasa no centro do carpete DAquele quarto...certeza.
Cintilava outra alvorada examinada
Pela cara rosa-vulva, estupefata
De um novo louco em nossa notória empreitada
Rumo à anestesiante farra
Símia & sábia à madrugada.
Era torto, fala baixa, simples de sabedoria e farpas.
Torneava o verbo apenas com malícias magras,
De longe aproximadas às nossas
Sarcásticas, grosseiras e mágicas palavras.
Insinuantes; indignas a alguém que as faça.
Sentados; posados na admiração dos quadros,
Que sorriam e emitiam uivos estagnados
De extasia, ódio e escracho,
Sobre a pintomolice de seu estado estático.
De não-vida à loucura vívida daquele quarto.
Escrito por Coquette às 22h04
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