angústia

 

Um violino rasgado atormentou passos e clipes sem cortes tornaram-se regras do andar sem volta, perto questava da casa da minha paixão: veludo. Comum garoto incompreendido almadiçoado poraqueles olhares certeiros: inquisidores, andava na rua sob sombras sombrias sem som não sabendo seu era um ator dum filme noir ou um passante sem pensar: era como se eu voasse ao vogar, ao ar quente e abafado da rua, era como se eu fosse um corte, um aborto, um arrombo, um abismo, uma palavra que não pode ser pronunciada, uma cor abstrata, um livro fechado.



Escrito por Leo às 01h20
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Medo e Delírio em Jundiayork

Estávamos sobre a ponte,

                     próximo à estação ferroviária,

         quando a noz moscada começou a bater...



Escrito por Coquette às 12h23
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